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A precificação por IA: primeira parte (51)

por Claudio Luiz Eckhard
3 de outubro de 2025
em Pricing
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A precificação por IA: primeira parte (51)

O uso da inteligência artificial (IA) virou moda, um elemento essencial do marketing empresarial.

É bastante comum gestores, agentes de venda e promotores em geral (especialmente quando atuando em feiras, simpósios e nos meios de comunicação) mencionarem o uso da Inteligência Artificial nos processos operacionais de suas empresas. Com isso passam a impressão não só que a ferramenta está dominada como também que já vem beneficiando a própria empresa e seus clientes.

De fato, segundo especialistas, ainda são poucas as organizações que a utilizam.  A maioria das empresas se restringe ao emprego de softwares especialistas do tipo assistentes virtuais, reconhecimento facial, geração de códigos computacionais, otimização logística, análise de mercado ou gestão de contratos.

As razões dessa limitação são duas. A primeira é que são poucos os profissionais preparados para explorar convenientemente os recursos disponibilizados pela IA. A segunda é que a IA ainda gera muitos erros, o que, em se tratando de negócios, pode ser fatal.

Para demonstrá-la, perguntamos ao conhecido ChatGPT:

Qual é o compositor da música intitulada “Malena” e interpretada pelo cantor Roberto Carlos.

A resposta foi: a música “Malena” não é de autoria de Roberto Carlos. Ela é um tango argentino de 1941 composto por Lucio Demare e Homero Manzi que foi gravado por Roberto Carlos em espanhol em 1976.

Primeira inconformidade: o tango mencionado existe, mas também existe outra canção com o mesmo nome, de autor brasileiro, gravada por Roberto Carlos no início de sua carreira (1962).

Segunda inconformidade: a pergunta não afirmava que o autor da música era Roberto Carlos e, sim, que ele era seu intérprete, portanto não havia motivo para a resposta incluir que ele não era seu autor.

Além dessas falhas, ao ser inquirido sobre a “Malena” brasileira, o ChatGPT confirmou sua existência respondendo que seus autores eram Rossini Pinto e Fernando Costa e que havia sido gravada por Roberto Carlos com selo CBS (Columbia) em um compacto simples de 78 rpm.

Na verdade a música foi composta só por Rossini Pinto (existe outra de Rossini Pinto e Fernando Costa) e naquela época não havia  discos compactos simples de 78 rpm, somente de 45 rpm.

Já outra consulta, dessa vez perguntando “por qual valor deve-se vender um automóvel que custou R$70.000,00” foi melhor atendida. A resposta levou em conta a depreciação do veículo, preço de mercado, estado de conservação, despesas adicionais e lucro desejado.

A Inteligência Artificial se alimenta basicamente da internet. Utilizando softwares de busca poderosos e uma grande capacidade de processamento, ela entrega suas respostas com base nos conteúdos disponibilizados pela web e inseridos por seu usuário.

As falhas que constatamos nas duas consultas antes mencionadas foram decorrentes de algoritmos que não previram a necessidade de testar a exclusividade e a veracidade da primeira informação capturada. Ou mesmo verificar qual das respostas encontradas melhor atende o questionamento feito pelo usuário.

Talvez por isso os experts aleguem que a IA ainda está aprendendo. Mas é um aprendizado lento, pois cada erro cometido exige a inserção de várias linhas de código de forma a evitar que a falha se repita.

Daí porque ser necessário todo o cuidado ao utilizá-la na tomada de decisões empresariais.

Tags: 51
Claudio Luiz Eckhard

Claudio Luiz Eckhard

Autor de "Pricing no Agribusiness: preços, custos e margens".

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SOBRE O AUTOR



Claudio Luiz Eckhard é consultor de empresas e autor dos livros “Ajustando o Rumo”, “Gestão pela Margem”, “A Empresa Saudável” e “Pricing no Agribusiness”.

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